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O TERROR A Ana, o Paulo, o João, a Marta e a Sónia foram passar um fim-se-semana num parque de campismo para se divertirem à grande! Quando chegaram, tudo era maravilhoso. Nessa mesma noite, conheceram um grupo de rapazes um pouco estranhos mas super divertidos! Decidiram jogar ao jogo da garrafa. Divertiram-sem-se muito e fartaram-se de rir. No dia seguinte, estava tudo muito estranho. O grupo de rapazes que tinham conhecido no dia anterior não estava lá. Não havia ninguém na recepção. Estava tudo deserto, mais parecia um parque de fantasmas. Decidiram então ir tomar o pequeno almoço, excepto o João que preferiu ir tomar um duche. A Ana, o Paulo a Maria e a Sónia acabaram de tomar o pequeno almoço e repararam que o João ainda não tinha chegado. Começaram a assustar-se a sério.Procuraram-no por todos os lados mas não o encontraram e decidiram fazer dois grupos para poderem procurar o seu melhor amigo. Um deles, formado pela Maria e a Sónia, foi procurar na piscina enquanto a Ana e o Paulo foram prar os balneários. Enquanto davam um beijo, sentiram os pés molhados, olharam para o chão e viram que estava inundado. Foram a correr à parte dos chuveiros e viram o João já estendido no chão como se estivesse morto. Sem tempo para reagirem, ouviram um enorme grito que vinha da piscina, onde estavam a Sónia e a Maria. O Paulo e a Ana foram a correr em direcção à piscina e quando lá chegaram já as amigas estavam mortas. Tentaram tirá-las da água, perderam o equilíbrio e também caíram na piscina. Por mais que nadassem nãoconseguiram sair dali. Pouco a pouco, foram ficando cada vez mais perto do fundo. Ninguém soube mais nada sobre os corpos nem sobre o que aconteceu no parque de campismo. Foi tudo muito estranho e só conhecemos esta versão porque ficou escrita no espelho da casa de banho.
Helena Palma, 6ºB
Graphic Comments O menino e o coelhinho perdidoEra uma vez um menino que vivia no arquipélago da Madeira, na cidade do Funchal. A casa era branca tinha três janelas, uma varanda amarela, uma porta de madeira pintada de castanho, tinha uma horta grande com imensas árvores de frutos e vegetais. Um certo dia, o menino ia tratar da sua horta quando viu os frutos, as hortaliças e os vegetais todos roídos. Ele logo pensou será alguns pássaros, ou lesmas, ou talvez caracóis. O menino ocorreu-lhe tudo menos que tinha sido um coelhinho. O menino dormiu-se descansado da vida pensando que não voltaria a acontecer o mesmo. No dia seguinte, ele foi outra vez à sua horta e notou que já não havia grande parte das hortaliças, nem dos vegetais, nem dos frutos. Ele logo pensou: Isto já não é normal, eu tenho de pensar em alguma coisa. Eu vou ficar a vigiar a horta esta noite. Nessa noite, o menino viu uma coelha que parecia estar preocupada à procura de alguém, depois o menino ouviu a coelha a chamar por alguém: -Ó coelhinho, onde estás? Estou muito preocupada. O menino ouviu e foi lá fora ver o que se passava e perguntou: -De quem é que estás à procura aqui na minha horta? -Estou à procura do meu filhote. -Mas por que é que estás à procura na minha horta e não noutro sitio? -Porque no outro dia, quando eu ia passando por aqui e deixei de ver o meu filhote. -Então eu vou-te ajudar a procurá-lo. O menino e a coelha procuraram a noite inteira até que ao amanhecer do sol viram o coelhinho atrás de um troco dormido que nem uma pedra a coelha acordou-o e o menino disse: -Agora já sei quem é que comeu a minha hortinha.
Francisco Gouveia e Miguel Novo
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